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Elise

it was a long road going north I was already somewhere in her life no one seemed to understand not even us did she even know my half of it i flinched when she tried to roll up my sleeve no one seemed to understand not even me tension between me and my friend Elise i'd held my breath waiting for some kind of release she left kisses on my face a place i'm pretty sure they don't belong two wrongs don't make a right i can't tell if i regret her or if i'm relieved i don't know her half of it but it sure took everything in me to leave now i'm settled with my past and present life i don't know her half of it but it sure took everything in me

primeiro

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A possível aventura matinal começa com uma noite sem dormir. Gosto de ir à padaria do bairro comer um pão com ovo e tomar um café com leite depois de passar a madrugada em claro. Faz parte do meu ritual de fazer coisas que parecem ser de gente normal, me sinto pertencente, mesmo sendo só uma visita nessa grande festa que é acordar cedo. Desde sempre, a madrugada foi meu lugar favorito no espaço-tempo. Posso ficar horas em silêncio, fazendo a coisa menos empolgante do mundo, sem parecer que aquilo está acontecendo de verdade. Antigamente era mais legal, não tinha rede social. Elas ficam me lembrando que eu existo e que existe um monte de gente conhecida também. Antes, parecia algo mágico, só eu e esse mundo virtual. Percebi que o antigo dono da banca de jornal agora é dono da padaria. Ou ele sempre foi, sei lá, não prestei atenção na época. Tá aí um cara que gosta das manhãs, escolheu ser jornaleiro e depois padeiro. Ele está com um amigo ao lado. Um senhor simpático tirou uma selfie ...